O que o dado oficial mostra sobre cada lugar — e o que ele não mostra.
Retratos de uma cidade, de um bairro ou de um estado a partir dos dados: rankings, comparações e séries no tempo.
· Rio de Janeiro
Menos homicídio e menos roubo que o Rio, mas a 2ª maior taxa de lesão corporal e ameaça entre as grandes cidades do RJ. ISP/RJ, jan a ago de 2026.
· Rio de Janeiro
3ª maior taxa de homicídio entre as cidades do RJ com mais de 100 mil hab., mas poucos registros de crime por habitante. Dados do ISP/RJ de jan a ago de 2026.
· Brasil
Antes de instalar câmera em casa, no comércio ou no condomínio: onde e quando roubo e furto acontecem em 2026 e o que a pesquisa diz sobre o efeito do CFTV.
· Brasil
Antes de alugar ou comprar, veja por habitante, por tipo de crime e por horário. Guia prático com dados oficiais de 2026 e as fontes que valem a pena.
· São Paulo
Guararema não teve nenhum homicídio doloso de jan a ago de 2026 e registra pouco roubo. O crime que destoa é a lesão corporal. Dados da SSP-SP até agosto.
· São Paulo
Centro e Cambuí lideram furtos e roubos, mas 3 em cada 4 homicídios de Campinas acontecem no oeste da cidade. O ranking muda conforme o crime. Dados SSP-SP.
· Bahia
O homicídio doloso em Salvador caiu 40% em quatro anos — de 43 para 26 por 100 mil habitantes. Mas quase 4 em cada 10 mortes violentas de 2025 foram causadas pela polícia, e essa parte não cedeu. A queda da violência criminal não é a queda da violência como um todo.
· Minas Gerais
Paracatu lidera com 56,9 homicídios por 100 mil habitantes. Belo Horizonte tem 22,8 — quase a média do estado. E o cinturão em volta da capital concentra cinco das quinze piores taxas de Minas. Dados da SEJUSP-MG, ano completo de 2025.
· São Paulo
Mongaguá tem taxa de criminalidade 77% maior que Santos. Mas o crime no litoral paulista sobe 39% em janeiro e some em julho — sinal de que a conta por morador está errada. Dados da SSP-SP, 12 meses até junho/2026.
· Rio de Janeiro
Em Paraty houve 7 roubos de rua em 2025 — e 258 estelionatos. Em Petrópolis, 70 roubos e 2.636 golpes. Nos destinos turísticos do Rio, a fraude é dezenas de vezes mais frequente que o crime que assusta o visitante. Dados do ISP/RJ.
· São Paulo
Cidade Ademar carrega a fama de periferia perigosa da zona sul de São Paulo. O dado mostra o inverso do esperado: homicídio raro, 1,2 por 100 mil, e o problema real é o roubo. Dados da SSP-SP até julho de 2026.
· São Paulo
Jarinu fechou 2025 sem nenhum homicídio doloso. No primeiro semestre de 2026 já foram três, dois deles em junho. Dados da SSP-SP até junho/2026.
· São Paulo
A maior cidade do Alto Tietê tem taxa de homicídio menor que Suzano e Itaquaquecetuba, vizinhas menores. O roubo caiu 30% em dois anos. Dados da SSP-SP, 2026.
· Alagoas
Ponta Verde, Pinheiro e Gruta de Lourdes têm a menor taxa de crimes violentos letais (CVLI) de Maceió — abaixo de 20 por 100 mil habitantes/ano. Ranking com dados oficiais SSP-AL, 2023-2025.
· São Paulo
Até agosto de 2026, os 10 distritos mais seguros de São Paulo têm 1,22 homicídio doloso por 100 mil habitantes ao ano, menos de um terço da média da capital (SSP-SP, set/2023 a ago/2026).
· Rio de Janeiro
Macaé, a capital do petróleo, era uma das mais violentas do interior fluminense: 102 homicídios em 2022. Caiu 81% em três anos. Dados do ISP/RJ até maio/2026.
· Rio de Janeiro
Nilópolis carrega a fama da Baixada, mas tem taxa de homicídio de 10,9 por 100 mil — metade da de Duque de Caxias. O risco do dia a dia é outro: o golpe.
· Rio de Janeiro
Na cidade da onda perfeita, os homicídios quase dobraram em três anos e Saquarema tem hoje a maior taxa da Região dos Lagos: 43 por 100 mil. Mas o assalto de rua quase não existe — e essa combinação conta uma história. Dados do ISP/RJ até maio/2026.
· Rio de Janeiro
Teresópolis quase não tem roubo de rua: só 15 casos em 12 meses. Mas o homicídio, ligado ao tráfico, segue alto e cai devagar. Dados do ISP/RJ até maio/2026.
· São Paulo
Vargem Grande Paulista teve só 1 homicídio em doze meses e o roubo caiu 41% num ano. Dados da SSP-SP mostram uma cidade da Grande SP ficando mais segura.
· São Paulo
Botucatu tem 4,6 homicídios por 100 mil habitantes — metade da taxa de Bauru e abaixo da média paulista. O roubo caiu 41% em dois anos. Veja os dados da SSP-SP até abril/2026.
· São Paulo
A cidade da feira de artesanato tem duas caras: um Centro histórico tranquilo e o Pirajuçara, onde se concentra o crime. O roubo é alto e estável: quase 1.900 por ano. Dados da SSP-SP até abril/2026.
· São Paulo
Juquitiba tem só 28 mil habitantes, mas a maior taxa de homicídio por habitante da sua região: 17,9 por 100 mil, à frente de Ibiúna e Itapecerica da Serra. Dados da SSP-SP até abril/2026.
· São Paulo
Santa Isabel, no Alto Tietê, viu o roubo cair 54% em dois anos e tem só 3 homicídios em 12 meses. Taxa de 5,5 por 100 mil, em linha com a vizinhança. Dados da SSP-SP até abril/2026.
· Rio de Janeiro
Em Volta Redonda o homicídio caiu 47% desde 2019 e o roubo de rua quase sumiu (-87%). Mas o estelionato quintuplicou e virou o crime mais comum. Veja os dados do ISP/RJ.
· São Paulo
Franco da Rocha tem taxa de homicídio mediana no anel norte da Grande SP — 6,7 por 100 mil hab. — mas é o número que mais subiu: alta de 50% em 2025. Já o roubo caiu 20% desde o pico. Dados oficiais da SSP-SP até abril/2026.
· São Paulo
Itaquaquecetuba tem a maior taxa de homicídio por habitante do Alto Tietê: 7,0 por 100 mil, acima de Suzano, Guarulhos e Mogi. Mas o roubo caiu 27% em dois anos. Dados oficiais da SSP-SP até abril/2026.
· Rio de Janeiro
São João de Meriti é a cidade mais densa do Brasil — 13 mil habitantes por km² — mas tem taxa de homicídio menor que Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Belford Roxo. O crime do dia a dia é outro: estelionato e roubo. Dados oficiais do ISP/RJ.
· Amazonas
Ranking dos bairros de Manaus com mais homicídios nos últimos 36 meses, com população e taxa por 100 mil habitantes. Um bairro concentra mais de 200 mortes — e a taxa por morador conta uma história ainda mais dura.
· Rio Grande do Sul
Ranking dos bairros de Porto Alegre com mais homicídios dolosos nos últimos 36 meses, com população e taxa por 100 mil habitantes. O bairro com mais crimes graves não é o mais letal — e os dados mostram por quê.
· São Paulo
Centenas de pessoas pesquisam se Caieiras, Mairiporã e o anel norte da Grande São Paulo são perigosos. Os dados de homicídio de 2025 dão uma resposta clara — e ela surpreende quem mora longe dali.
· São Paulo
Ranking de homicídios por 100 mil habitantes nos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo em 2025. A capital está entre as mais seguras: o risco se concentra num anel de cidades-dormitório como Itapecerica da Serra, Itapevi e Franco da Rocha.
· Rio de Janeiro
Em Angra dos Reis, roubo de rua caiu 90% e roubo de veículo quase zerou desde 2019. Mas o estelionato multiplicou por 7,5 e a taxa de homicídio (17,3/100k) ainda supera a capital. Dados do ISP.
· Alagoas
Benedito Bentes, Cidade Universitária e Clima Bom lideram os homicídios em Maceió: 6 bairros concentram 55% das mortes de 2023 a 2025. Veja o ranking completo com dados oficiais da SSP-AL.
· Rio de Janeiro
Campos dos Goytacazes teve 19,3 homicídios por 100 mil em 2025 — acima da capital (14,3). Mas o crime que mais cresce é o estelionato, que triplicou desde 2019. Veja os dados do ISP.
· Minas Gerais × Rio de Janeiro × Rio Grande do Sul
O Amapá lidera o ranking oficial de mortes violentas do Brasil: 42,5 por 100 mil em 2025. O RJ fica na 12ª posição. Veja o ranking completo das 27 UFs pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (FBSP).
· São Paulo
Itapevi teve 8,2 homicídios por 100 mil em 2025 — acima da média de SP (5,2), mas longe dos níveis do RJ. O alerta é outro: roubo de veículo subiu 116% em dois anos. Dados da SSP-SP.
· Rio de Janeiro
Niterói tem 7,7 homicídios por 100 mil (2025) — quase metade da capital. Mas a taxa geral de registros (4.807/100k) é a 2ª maior da região metropolitana, puxada por estelionato e furto de celular. Dados do ISP.
· Rio Grande do Sul
Desvio Rizzo lidera o ranking de homicídios em Caxias do Sul com 14 mortes em 4 anos. Santa Fé, Santa Catarina e Nossa Senhora de Fátima completam o top 4. Reolon, frequentemente pesquisado, está fora — registrou apenas 1 homicídio e 85 ocorrências totais.
· São Paulo
Montanhão lidera os homicídios em SBC com 14 em 24 meses, seguido de Batistini (12) e Ferrazópolis (10). No total de crimes, é o Centro que domina com 3,3 mil ocorrências. Dados oficiais da SSP-SP até abril/2026.
· Rio de Janeiro
Saquarema lidera o ranking de letalidade violenta do RJ com 42 mortes por 100 mil habitantes — três vezes a capital. Cabo Frio, Barra Mansa e São Pedro da Aldeia também entram no top 5. Itaboraí e São Gonçalo, que todo mundo procura no Google, nem aparecem.
· Rio de Janeiro
São Gonçalo tem quase 1 milhão de habitantes e teve 8,3 homicídios por 100 mil em 2025 — menos que o Rio cidade e um terço da dos vizinhos da Baixada. Veja os dados do ISP.
· Rio de Janeiro
Em Nova Iguaçu, o homicídio doloso caiu de 286 (2019) para 174 (2024). No mesmo período, o estelionato saltou de 1,5 mil para quase 5 mil casos. Os dados oficiais do ISP/RJ mostram uma cidade onde o crime mudou de cara — e talvez você esteja medindo o errado.
· São Paulo
Até agosto de 2026: ranking dos bairros de São Paulo por taxa de homicídios dolosos por 100 mil habitantes, não por contagem bruta. Média de set/2023 a ago/2026, dados da SSP-SP.
· Minas Gerais × Rio Grande do Sul × São Paulo
Latrocínio é o roubo que termina em morte — o crime que nenhuma estatística de homicídio captura completamente. Análise com dados de 8 estados brasileiros (2022–2025) mostra queda consistente, mas Acre e Tocantins lideram taxas que superam 1,3 por 100 mil habitantes.
· Rio de Janeiro × Roraima × Rio Grande do Sul
Roraima saltou da 7ª pra 1ª posição no ranking nacional de estupro em sete anos. A taxa quase triplicou: 34 para 91 casos por 100 mil habitantes. E não é só estupro — o estado aparece no top-5 de quase todo crime grave. Análise do macro ao micro com dados SINESP e DataSUS.
· Rio Grande do Sul
Roubo caiu pela metade nas duas cidades desde 2023. Mas Alvorada continua com taxa de assassinatos 47% maior que a capital.
· Santa Catarina
Comparamos 54 mil ocorrências policiais nas duas cidades-vitrine de Santa Catarina entre 2018 e 2025. Floripa caiu 70% em homicídios — virou nível europeu. BC foi pro caminho oposto: roubo de veículo subiu 69%, hoje próximo do Rio de Janeiro capital. Em sete anos, as duas SCs trocaram de lado.
· Rio Grande do Sul
Mathias Velho e Guajuviras concentraram cerca de 40% dos homicídios de Canoas em quatro anos. Em 2025, ambos colapsaram juntos. Marechal Rondon segue na contramão. Análise bairro por bairro com dados oficiais SSP/RS.
· Rio de Janeiro
Em 2025, o estado do Rio registrou 72.187 ocorrências entre roubo e furto de celular — alta de 22,7% sobre 2024. Quase 200 aparelhos por dia, um a cada 7 minutos. E o crime tem dois rostos.
· Rio de Janeiro × São Paulo
A polícia de São Paulo matou 835 pessoas em 2025. A do Rio matou 798. É a primeira vez em duas décadas que SP supera o RJ em letalidade policial — e o paulista ainda se vende como o seguro. SP +41% em três anos. RJ −40%.
· Rio Grande do Sul
Comparamos 192 mil ocorrências policiais nas duas maiores cidades gaúchas em 2024-2025. Caxias fechou 2025 com a metade dos homicídios de POA, mas tem 3x mais gente dirigindo sem habilitação. Em POA você teme ser vítima; em Caxias, ser acidentado.
· Rio Grande do Sul
Em 2025, Canoas registrou 47 homicídios — metade dos 94 de 2024 e quase metade dos 110 de 2022. A queda é consistente mês a mês, atravessa todos os trimestres e continua em 2026. Quatro anos de dados mostram uma transformação real. Análise com dados oficiais da SSP-RS.
· Rio Grande do Sul
Levantamos os dados de suicídio de todos os 27 estados no DataSUS. Das 50 cidades com maior taxa, 34 ficam no Sul — 29 só no RS. Nordeste, Norte e Centro-Oeste: zero. O Brasil que sofre em silêncio.
· São Paulo
O número de prisões por tráfico na cidade de São Paulo caiu 25% desde 2018. No mesmo período, o interior do estado praticamente voltou aos níveis de antes. Sumaré cresceu 285% em um ano. Piracicaba e Rio Claro lideram o interior. O Crime Brasil mapeou 410 mil ocorrências de drogas em SP desde 2018 — e o mapa mudou.
· Rio de Janeiro × Rio Grande do Sul × São Paulo
Em 18 anos, BR-101 e BR-116 mataram 34.481 pessoas — juntas, mais de 5 por dia. A colisão frontal responde por 30% de todos os óbitos. Motociclistas já superam motoristas de carro entre os mortos. E 2024 foi o pior ano desde 2015. Os dados da PRF mostram um país que convive com a violência no asfalto como se fosse inevitável.
· São Paulo
Estado de SP fechou 2025 com 2.438 homicídios dolosos, o menor da série. Mas a cidade de São Paulo subiu 4,2%, e municípios como Suzano, Ubatuba, Praia Grande e Diadema cresceram entre 40% e 100%. Quem segurou o número estadual foi o interior — Guaratinguetá despencou 69%, Guarujá caiu 52%.
· Alagoas
Alagoas registrou 20.927 mortes violentas entre 2012 e 2025. No pico, em 2013, havia uma morte a cada 3h54min. A queda de 58% é real — mas 83% das vítimas eram negras e 93% eram homens, em todos os anos da série.
· Rio Grande do Sul × São Paulo × Tocantins
Tocantins registrou 3.579 mortes no trânsito entre 2020 e 2026 — quase 72% do total de homicídios no mesmo período. Em julho de 2024, o trânsito matou 63 pessoas; os homicídios dolosos, 35. Embriaguez ao volante cresce 75% em 5 anos.
· Rio de Janeiro × Rio Grande do Sul × São Paulo
De 2009 a 2024, o SINAN registrou 437 mil estupros no Brasil. Em 2024 foram quase 60 mil — mas especialistas estimam que só 10% dos casos chegam ao sistema. Analisamos 16 anos de dados para entender onde, com quem e como a violência sexual acontece.
· Rio Grande do Sul
Estelionato a idosos cresceu 47% em dois anos no RS — e a fraude eletrônica especificamente explodiu 399%. No mesmo período, o roubo caiu 32%. Em 2025, o golpe digital é 13 vezes mais frequente que o assalto físico para quem tem 60 anos ou mais.
· Rio Grande do Sul
Quatro anos de dados, 497 municípios, 79 mil bairros. Análise cornerstone do Crime Brasil: as cinco descobertas que mais chamaram atenção em toda a base — homicídios em queda, pico de crime ao meio-dia, mulheres como maioria das vítimas registradas, feminicídio estabilizando, e a desigualdade brutal entre bairros.
· Rio Grande do Sul
O RS fechou 2025 com o menor número de homicídios da série histórica — uma queda de 27,6%. Mas quando se separa os dados por cor da pele, o fosso racial entre vítimas brancas e negras ficou maior, não menor.
· Rio Grande do Sul
Os 133 mil registros criminais de Porto Alegre em 2025 mostram três cidades sobrepostas no mesmo mapa — cada uma com seu horário, seus bairros e o perfil da vítima. Roubo de manhã cedo. Violência doméstica à noite. Homicídio na madrugada.
· Rio Grande do Sul
Cada tipo de crime no Rio Grande do Sul tem um perfil de vítima por gênero. 92% dos homicídios são contra homens. 99% da violência psicológica é contra mulheres. Os dados da SSP/RS mostram duas realidades paralelas.
· Rio Grande do Sul
Em 2025, o Rio Grande do Sul registrou 77 feminicídios. Mas outras 81 mulheres também foram assassinadas no mesmo período — classificadas como homicídio doloso comum. Duas crianças de 0 anos, uma menina de 13, uma de 15. Elas existem nos dados, mas fora da estatística que costuma nos indignar.
· Minas Gerais
BH registrou 275 homicídios em 2025 — menor marca desde 2019. Os roubos caíram 70% desde o pico. Mas a cidade ainda lidera MG em números absolutos. Veja os dados verificados do SEJUSP.
· Rio Grande do Sul
Caxias do Sul registrou apenas 29 homicídios dolosos em 2025 — queda de 66% desde 2023. Com taxa de 5,6 por 100 mil habitantes, é uma das cidades mais seguras do Sul do Brasil. Dados verificados do SSP/RS.
· Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro cidade registrou 965 homicídios dolosos em 2025 — 63% abaixo do pico de 2003. Os roubos de rua caíram 44% desde 2019. Os dados do ISP, de 2003 a 2025.
· Minas Gerais × Rio de Janeiro × Rio Grande do Sul
Com dados verificados de SSP/RS, ISP/RJ e SEJUSP/MG, comparamos os três estados mapeados pelo Crime Brasil. RS registrou queda de 40% nos homicídios desde 2022. RJ ainda lidera, mas caiu 57% desde 2003. MG oscila.
· Rio Grande do Sul
Análise dos registros de mortes por intervenção policial no Rio Grande do Sul entre 2022 e 2025, com dados da SSP/RS por município, bairro, perfil demográfico e horário.
· Rio Grande do Sul
Entre 2022 e 2025, o RS registrou quase 14 mil crimes contra idosos. Abandono subiu 38%, maus tratos 30%. 62% dos casos acontecem dentro de casa. E 61% das vítimas são mulheres.
· Rio de Janeiro × Rio Grande do Sul
De 2022 a 2025, os dois estados tiveram quedas nos homicídios dolosos — mas os caminhos foram completamente diferentes. O RS caiu todos os anos, acelerando. O RJ piorou em 2023 antes de melhorar. E a capital fluminense foi na contramão do próprio estado.
· Minas Gerais
Os homicídios em Minas Gerais caíram de 2.644 em 2019 para 2.204 em 2025 — queda real. Mas no mesmo período, os registros de estupro subiram ano após ano. O estado que reduziu assassinatos registra mais violência sexual do que nunca.
· Rio de Janeiro
Homicídios dolosos caíram 57% desde 2003 no Rio de Janeiro. Mas em 2025, enquanto os números gerais recuavam, a polícia matou 798 pessoas — 13,5% mais do que em 2024. Uma análise dos 22 anos de dados do ISP/RJ.
· Rio Grande do Sul
Homicídios dolosos caíram 40% desde 2022. Roubo a pedestre, -61%. Roubo em transporte coletivo, -58%. O Rio Grande do Sul chega a 2026 com os melhores indicadores de violência da sua história recente — mas feminicídios subiram em janeiro, e a disputa eleitoral de 2026 vai girar em torno desses números.
· Rio Grande do Sul
Com 150 feminicídios entre 2024 e 2025, o Rio Grande do Sul mostra que o problema não está concentrado nas grandes cidades — está espalhado pelo interior.
· Rio Grande do Sul
Mulheres são 53% das vítimas de crimes registrados no RS. Ameaça e estelionato lideram os tipos de crime. Os dados de 2025 mostram onde, como e quem são as vítimas.
· Rio Grande do Sul
Enquanto roubos a pedestre caíram 63% desde 2022, o estelionato ultrapassou 100 mil ocorrências em 2025 no RS — incluindo fraude eletrônica e ativos virtuais. Em janeiro de 2025, bateu o maior número mensal já registrado: 9.353 casos.
· Minas Gerais × Rio de Janeiro × Rio Grande do Sul
A pergunta parece simples. A resposta não é. RS, RJ e MG usam fontes de dados completamente diferentes — e comparar os números diretamente seria enganoso. Mas os dados dizem coisas relevantes sobre cada estado.
· Rio Grande do Sul
Ranking dos bairros de Porto Alegre com menor número de crimes graves (homicídio doloso, furto e roubo de veículo) nos últimos 36 meses, com dados de população e taxa por 100 mil habitantes.
· Rio Grande do Sul
Centro Histórico concentra quase o dobro do segundo colocado. Mas o ranking esconde uma distorção que muda a leitura.
Reportagens ancoradas em um fato — um evento, uma lei, uma política pública, um caso — com os dados como prova.
· Rio de Janeiro × São Paulo
Gabriel Ganley, 22 anos, morreu de cardiomiopatia hipertrófica — a principal causa de morte súbita em atletas jovens. A doença é silenciosa, atinge 1 em cada 500 pessoas e tem como detectá-la. Então por que quase ninguém é rastreado?
· Rio Grande do Sul
A Defesa Civil RS conta 184 mortos pela enchente de 2024. Cruzando os microdados de óbito do SIM/DataSUS com um grupo-controle de municípios não-atingidos, encontramos cerca de 3.000 mortes especificamente atribuíveis ao desastre — 16 vezes a contagem oficial. 99% em idosos.
· Minas Gerais × Rio Grande do Sul × Santa Catarina
O Brasil convive com o hantavírus desde 1993 — 2.412 casos confirmados, 926 mortos, taxa de letalidade de 46,5%. Em 2026 já são 7 casos e 1 óbito. Veja onde o vírus circula, quem ele mata e por que Santa Catarina lidera os casos enquanto Minas Gerais registra a maior letalidade.
· Rio Grande do Sul
Na quarta-feira (6/5), a Defesa Civil RS fez o maior simulado de desastre da história do estado em Bento Gonçalves. Mas dois anos depois da enchente real, cidades do Vale do Taquari ainda registram quase 20% menos ocorrências policiais que antes — não porque ficaram seguras, e sim porque ficaram menos habitadas.
· Rio Grande do Sul
No entorno do Paradão Victor Barreto, acidentes caíram 100%. Na cidade inteira, subiram 19,4%. As mortes em acidente de transporte ficaram em 42 em 2024 — dentro da margem histórica. O que a tarifa zero conseguiu e o que não conseguiu entregar no trânsito de Canoas, e por que a literatura europeia esperava exatamente esse resultado.
· Rio Grande do Sul
A estação automática da FEPAM no Parque Universitário mede o ar de Canoas há 5 anos. Em 2024, primeiro ano completo de passe livre, o NO₂ caiu 8% — e em quatro anos recuou 51%. Mas a frota individual continuou crescendo. O que explica a queda? Renovação tecnológica, REFAP em operação reduzida, ou modal-shift do carro pro ônibus? Os dados oficiais, lidos com honestidade.
· Rio Grande do Sul
Em maio de 2024, com a cidade alagada, Canoas zerou a tarifa do ônibus. 18 meses depois, virou a maior cidade do RS e a 2ª do Brasil com passe livre universal. Os passageiros explodiram, o passeio na BR-386 caiu, e a frota individual continuou crescendo — exatamente como em Tallinn, Luxemburgo e Hasselt. O que os dados oficiais mostram, e por que a Europa nunca esvaziou as ruas.
· São Paulo
São Paulo registrou 289 vítimas de extorsão mediante sequestro em 2022 — 7 vezes mais que em 2020, ano do lançamento do PIX. A virada aconteceu em julho de 2021: apenas 17 vítimas no primeiro semestre, 82 no segundo. A capital concentra mais da metade dos casos.
· Santa Catarina
Santa Catarina é vendida como o estado mais seguro do Brasil. Mas em 2026, 4 mulheres foram assassinadas em um único fim de semana — e a polícia já contava 20 feminicídios até 20 de abril, 66% a mais que no ano passado. Os dados do Crime Brasil mostram um padrão que não tem nada a ver com a imagem turística.
· Rio Grande do Sul × São Paulo
Em 17 anos, o Brasil registrou 10 ataques graves em escolas. Nos 7 anos seguintes, foram 37. O fenômeno não é novo — mas a velocidade é. E o que está por trás dessa aceleração não são as armas. É a internet.
· Minas Gerais × Rio de Janeiro × Rio Grande do Sul
Cinco anos seguidos de queda nas mortes violentas. Mas a letalidade policial sobe, feminicídios voltam a crescer, e o crime migra para o digital. O retrato completo de 2025 com dados de FBSP, SINESP e SSPs estaduais.
· Rio de Janeiro × Rio Grande do Sul
A CPI do Crime Organizado encerrou em 14 de abril de 2026 com um relatório que sacudiu o país. Mas os dados reais de dois estados contam uma história mais silenciosa — e mais preocupante. Em RS e RJ, homicídios dolosos estão em queda. O tráfico de drogas, não.
· Rio Grande do Sul
A Lei 15.384/2026 criou o crime de vicaricídio — matar filho pra atingir a mãe. No RS, maus tratos contra menores cresceram 47% em 4 anos. Os dados mostram o padrão que a lei veio nomear.
· Rio Grande do Sul
Fevereiro concentra os maiores picos de roubo e furto do ano no Rio Grande do Sul. Os dados de 2024 mostram que nem todas as cidades se comportam igual — e alguns bairros de Porto Alegre sobem mais de 70%.
· Rio Grande do Sul
Análise dos registros de ocorrência da SSP/RS em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Eldorado do Sul antes, durante e depois das enchentes de maio de 2024.
· Rio Grande do Sul
Análise comparativa da criminalidade na região metropolitana e no litoral do RS antes, durante e depois das enchentes de 2024.
Onde encontrar e como ler os dados oficiais de segurança pública de cada estado: o que existe, o que falta e onde baixar.
· Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro registrou 745.624 ocorrências criminais em 2025, das quais 385.289 só na capital. Veja o que os dados oficiais do ISP/RJ realmente cobrem, por onde começar e onde eles param — o Rio não tem estatística oficial por bairro.
· Bahia
O que a SSP/BA publica, com que granularidade, com que defasagem e quais os limites reais dos dados — um guia de referência para jornalistas e pesquisadores.
· Minas Gerais
O que a SEJUSP/MG publica, com que granularidade, com que defasagem e quais os limites reais dos dados — um guia de referência para jornalistas e pesquisadores.
· Rio de Janeiro
O que o ISP/RJ publica, com que granularidade, com que defasagem e quais os limites reais dos dados — um guia de referência para jornalistas e pesquisadores.
· Rio Grande do Sul
O que a SSP/RS publica, com que granularidade, com que defasagem e quais os limites reais dos dados — um guia de referência para jornalistas e pesquisadores.
· São Paulo
O que a SSP/SP publica, com que granularidade, com que defasagem e quais os limites reais dos dados — um guia de referência para jornalistas e pesquisadores.
CRIME BRASIL. Análises — Crime Brasil. Disponível em: <https://crimebrasil.com.br/analises>. Acesso em: 13 out. 2026.
Citado por Gazeta do Povo, O Eco, Tribuna do Planalto
“Só Compre uma Chácara Após Assistir Esse Vídeo!”
Ver postagem completa →“Gratidão pelas informações. Essa é uma excelente ferramenta para uma decisão segura.”
— @marceloguilemond1632“Verdade, pode ajudar muito mesmo!”
— Mundo de Cores (canal)“Muito Bom!”
— @edmundosantos3812