Pular para o conteúdo

Maus-tratos a animais no RS: as cidades com mais casos em 2026

Por Alexandra Diniz·Metodologia

Verificado em 2 de novembro de 2026

O RS registrou 3.630 casos de maus-tratos a animais de janeiro a setembro de 2026. Santa Cruz do Sul lidera. E o teste do FBI: quem maltrata bicho é mais violento?

Rio Grande do SulMaus-tratosAnimaisViolência2026

Quer ir mais a fundo?

+50 fontes, milhões de ocorrências.

Pedir relatório sob medida

A partir de R$ 58,90 · analista em 24h · dinheiro de volta

8 min de leitura
CompartilharX
Destaques
Um caso a cada hora e meia
3.630
Registros de maus-tratos a animais na polícia do Rio Grande do Sul de janeiro a setembro de 2026. Desde fevereiro, a média é de 15 por dia.
Cão vira-lata preto e caramelo sentado numa praça, de coleira e plaquinha de identificação.
Foto: TiagoLubiana / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

No Rio Grande do Sul, cachorro de rua tem nome, ração no portão do vizinho e grupo de WhatsApp que avisa quando some. A causa animal virou assunto de vereador, de campanha e de delegacia. Desde abril de 2021, o estado dá um selo, o Amiga dos Animais, para delegacias que montam um cartório só para investigar maus-tratos. Em fevereiro de 2026, já eram 62.

O que faltava era o número. Até 2025, o maus-trato a bicho quase não aparecia com esse nome nos dados da Secretaria da Segurança: foram 55 registros no ano inteiro. De janeiro a setembro de 2026, foram 3.630. Desde fevereiro, são 15 casos por dia, um a cada hora e meia, e em 325 dos 497 municípios gaúchos houve pelo menos um.

Esse número novo permite fazer uma pergunta antiga. Nos Estados Unidos, o FBI passou a contar crueldade contra animais em 2016 com uma aposta: quem maltrata bicho tende a machucar gente também. O Rio Grande do Sul agora tem dado suficiente pra testar a ideia no mapa. A resposta é sim, a ligação aparece. Só que vem acompanhada de um sinal mais forte, que diz menos sobre crueldade e mais sobre quem tem coragem e canal pra denunciar.

01

QUINZE CASOS POR DIA

A fonte aqui são os boletins de ocorrência que a Secretaria da Segurança Pública do RS publica com o tipo de crime, a cidade e o bairro de cada fato. Em 2026, entrou nesses dados uma linha própria, "maus-tratos contra animais", separada dos maus-tratos contra pessoas e dos crimes contra a fauna silvestre. É ela que permite, pela primeira vez, ver o crime cidade por cidade.

A curva conta a história da própria categoria. Janeiro teve 31 registros, fevereiro 311, e de março em diante o estado se acomodou entre 389 e 516 casos por mês. Não houve uma onda de crueldade em fevereiro. O que mudou foi a forma de registrar: o boletim passou a ter um nome pra isso, e as delegacias começaram a usá-lo. A comparação com 2025 não serve, porque o crime existia e o nome, não.

A estabilidade dos últimos sete meses é a notícia. Uma categoria nova costuma oscilar enquanto a polícia aprende a usar, e aqui ela parou de subir já em março. Isso indica que 450 casos por mês é perto do patamar real de registro no estado, e que daqui pra frente uma alta ou uma queda vai dizer algo sobre o crime, e não só sobre o formulário.

02

AS CIDADES COM MAIS CASOS

Contar casos favorece cidade grande. Por isso o ranking abaixo usa a taxa por 100 mil habitantes e só entra quem tem pelo menos 50 mil moradores, onde um punhado de boletins não basta pra disparar a taxa. São 46 cidades. A média do estado é de 32 casos por 100 mil.

Santa Cruz do Sul está sozinha no topo. Foram 234 casos em nove meses, uma taxa quase duas vezes a da segunda colocada e cinco vezes a do estado. Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana, e Santa Maria, no centro do estado, vêm depois. Duas cidades do Litoral Norte, Capão da Canoa e Tramandaí, aparecem logo em seguida, um sinal de que o veraneio, com animal deixado pra trás ou solto na praia, pode pesar na conta.

A outra ponta é tão reveladora quanto o topo. A Serra concentra as menores taxas: Bento Gonçalves tem 9 casos por 100 mil, Farroupilha 14 e Caxias do Sul 19. Entre Santa Cruz do Sul e Bento Gonçalves, a diferença é de 18 vezes. Não há motivo conhecido pra acreditar que o morador de uma cidade maltrate 18 vezes mais o próprio cachorro que o da outra, e essa desconfiança vai guiar o resto desta análise.

Em número absoluto, Porto Alegre lidera com 442 casos, e a taxa da capital (32) fica praticamente na média do estado. Dentro dela, a Lomba do Pinheiro, na zona leste, soma 50 registros, mais de um a cada dez da cidade. Jardim Carvalho (11) e Sarandi (10) vêm bem atrás. Em Santa Cruz do Sul, o bairro com mais casos é o Distrito Industrial, com 33.

03

DENTRO DE CASA

O boletim também registra o tipo de lugar do fato. Em 1.282 dos 3.630 casos, ou 35%, o lugar é uma residência. A via pública aparece em só 269, menos de 8%. A maior parte (56%) cai na categoria genérica "outros", que inclui terreno, pátio e sítio, e não dá pra separar.

1.O maus-trato registrado é, na maior parte, um crime doméstico.

A imagem do cachorro chutado na rua por um desconhecido existe, mas é minoria no registro. O caso típico é o animal da casa, preso, sem comida ou ferido por quem mora com ele, e denunciado por um vizinho que vê pelo muro. Essa é a mesma cena que interessa à pesquisa sobre violência: o agressor do bicho, muitas vezes, divide o teto com outras pessoas.

Quer o relatório de Santa Cruz do Sul feito por analista?

Fale com a gente

A partir de R$ 58,90 · analista em 24h · dinheiro de volta

Pedir meu relatório personalizado

04

O TESTE DO FBI

Desde 1º de janeiro de 2016, o FBI conta crueldade contra animais como um crime próprio no seu sistema nacional de ocorrências, o NIBRS, separado em quatro tipos: negligência, abuso intencional e tortura, abuso organizado (como rinha de cães e de galos) e abuso sexual. Antes, esses casos iam pra gaveta de "outros crimes". O argumento da mudança era o que os americanos chamam de "the link", a ligação: estudos com presos violentos, alguns feitos pelo próprio FBI nos anos 1980, e pesquisas sobre violência doméstica encontraram crueldade com animais no histórico de parte dos agressores. Contar o crime seria uma forma de achar cedo quem pode chegar às pessoas.

O dado gaúcho não permite seguir pessoas, mas permite comparar lugares. Separamos os 107 municípios com mais de 20 mil habitantes em três grupos de tamanho parecido, pela taxa de maus-tratos a animais, e olhamos o que cada grupo registra de outros crimes. O terço com mais maus-tratos tem quase três vezes a taxa do terço com menos (47 contra 16 por 100 mil). Se a ligação valer no mapa, o terço de cima deveria registrar bem mais violência contra gente.

A ligação aparece. As cidades com mais maus-tratos a animais registram 32% mais maus-tratos contra pessoas, crime que o Código Penal reserva a quem está sob a guarda de alguém, como criança e idoso, e 23% mais homicídios. É o desenho que a hipótese do FBI prevê, e o maus-trato contra gente, o crime mais parecido em cena e em endereço, é o que acompanha mais de perto.

Só que o primeiro lugar do gráfico é do furto. As mesmas cidades registram 63% mais furtos, o dobro do salto da violência contra pessoas. E lesão corporal e ameaça, os crimes violentos mais comuns, quase não mudam (8% e 5%). A correlação de cidade por cidade confirma: a taxa de maus-tratos a animais anda mais junto com a de furto (0,31, numa escala que vai até 1) do que com a de ameaça (0,25), maus-tratos contra pessoas (0,22), lesão (0,21) ou homicídio (0,17). Todas fracas. Ninguém acha que quem maltrata cachorro sai furtando celular. O que o furto mede, nesse caso, é outra coisa.

05

POR QUE O MAPA É O MAPA DA DENÚNCIA

Maus-trato a animal é um crime que quase nunca chega à polícia pela vítima. O cachorro não vai à delegacia. Quem registra é o vizinho, a ONG, o protetor independente ou a prefeitura, e cada um desses só registra se souber como, se achar que vai dar em alguma coisa e se tiver uma delegacia que receba. O furto é parecido: muita gente não registra o celular levado, e a taxa de furto sobe onde há mais delegacia online, mais seguro exigindo boletim e mais costume de ir à polícia. As duas taxas sobem juntas porque as duas dependem da disposição de denunciar, e não só do crime.

É por isso que a diferença entre Santa Cruz do Sul e Bento Gonçalves dificilmente é uma diferença de crueldade. Cidades com delegacia que tem cartório especializado, protetoras ativas nas redes e uma imprensa local que cobre caso de maus-trato tendem a produzir mais boletim. A notícia do governo sobre as 62 delegacias com selo Amiga dos Animais, em 16 de fevereiro de 2026, coincide com o mês em que a categoria decolou na base. Não dá pra afirmar que uma coisa causou a outra, mas o calendário ajuda a entender a curva.

Isso não desmente o FBI. A hipótese da ligação é sobre pessoas: o indivíduo que tortura um animal tem mais chance de agredir alguém. Um mapa de cidades não testa isso, porque a cidade com mais registro de maus-tratos pode simplesmente ser a cidade com mais gente denunciando. Os próprios pesquisadores americanos fazem essa ressalva sobre o NIBRS, onde a participação das polícias locais é desigual. O que o dado gaúcho mostra é mais modesto e mais útil: o sinal da violência contra pessoas existe no mapa, mas é pequeno perto do sinal da denúncia.

Quer o relatório de Santa Cruz do Sul feito por analista?

Fale com a gente

A partir de R$ 58,90 · analista em 24h · dinheiro de volta

Pedir meu relatório personalizado

06

COMO DENUNCIAR E O QUE DIZ A LEI

No Rio Grande do Sul, a denúncia pode ser feita pelo Disque Denúncia 181, de forma anônima, pela Delegacia Online (delegaciaonline.rs.gov.br) ou em qualquer delegacia. Das 62 com selo Amiga dos Animais, 18 ficam na Região Metropolitana e 44 no interior. Em Porto Alegre, a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (Dema), do Departamento de Investigações Criminais, investiga crimes contra animais. Se o maus-trato está acontecendo agora, o caminho é o 190. Animal silvestre vai para a Divisão de Fauna da Secretaria do Meio Ambiente.

Vale levar foto, vídeo, endereço e, se possível, o horário dos fatos. Como o crime quase sempre acontece dentro de um terreno, a prova do vizinho é a que mais pesa.

Perguntas frequentes sobre maus-tratos a animais

Maus-tratos a animais é crime?

Sim. O artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998) pune quem pratica abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados. A pena geral é de detenção de três meses a um ano, mais multa.

Qual a pena para maus-tratos a cão ou gato?

Desde a Lei 14.064/2020, conhecida como Lei Sansão, maus-tratos a cão ou gato dão reclusão de 2 a 5 anos, multa e proibição da guarda de animais. Se o animal morre, a pena aumenta de um sexto a um terço.

Maus-tratos a animais tem fiança?

Não é crime inafiançável. Mas quando a vítima é cão ou gato, a pena máxima passa de quatro anos, e por isso só o juiz pode definir a fiança, e não o delegado.

Preciso me identificar para denunciar?

Não. Os crimes ambientais são de ação penal pública incondicionada: a polícia e o Ministério Público agem mesmo sem uma vítima ou um dono reclamando. No RS, o Disque Denúncia 181 recebe denúncia anônima.

Onde denunciar maus-tratos a animais no RS?

Pelo Disque Denúncia 181, pela Delegacia Online (delegaciaonline.rs.gov.br) ou em qualquer delegacia. O estado tem 62 delegacias com o selo Amiga dos Animais. Em caso de flagrante, ligue 190.

Qual cidade do RS tem mais maus-tratos a animais?

Em número de casos, Porto Alegre, com 442 registros de janeiro a setembro de 2026. Na taxa por habitante, entre as cidades com mais de 50 mil moradores, Santa Cruz do Sul lidera, com 169 casos por 100 mil, cinco vezes a média do estado.

07

O QUE OS DADOS NÃO DIZEM

O boletim registra a denúncia, e não o crime confirmado. Parte dos 3.630 casos vai ser arquivada, e parte do que acontece de verdade nunca chega à polícia. Como a categoria é nova, cada delegacia pode estar usando o nome com um critério um pouco diferente, e a categoria genérica de maus-tratos ainda guarda cerca de 330 registros por mês que, na maioria, são contra pessoas, mas podem incluir algum caso de animal registrado do jeito antigo.

O teste do FBI feito aqui compara cidades, não pessoas. Uma correlação de 0,2 ou 0,3 é fraca, e ela não diz se o agressor do animal é o mesmo da criança ou do idoso. Pra isso seria preciso cruzar nomes de investigados, o que o dado público não permite e não deveria permitir. A diferença entre os grupos de cidades também não é uma escada: o grupo do meio tem até menos lesão corporal que o de baixo.

O que é sólido é o tamanho e a forma. O Rio Grande do Sul registra hoje perto de 450 casos de maus-tratos a animais por mês, e esse patamar está estável desde março. Um terço acontece em casa, e a distribuição entre as cidades é muito desigual. Paraná, Piauí, Sergipe, Rondônia, Amazonas, Acre e Tocantins também separam o crime nos seus dados, mas com meses diferentes disponíveis, o que impede um ranking entre estados.

08

O QUE FAZER COM ESSE NÚMERO

Pra quem trabalha com proteção animal, o recado é que agora existe uma régua. Uma cidade com taxa baixa não está necessariamente cuidando melhor dos bichos. Pode estar denunciando menos. Bento Gonçalves, Caxias do Sul e Farroupilha, no pé do ranking, são as primeiras onde vale perguntar se a população sabe como e onde registrar. Já Santa Cruz do Sul serve de caso pra estudar: o que faz uma cidade produzir cinco vezes mais boletim que a média.

Pra quem trabalha com violência doméstica, o dado sustenta uma prática que já existe em outros países: quando um caso de maus-trato a animal chega dentro de uma casa, vale perguntar quem mais mora ali. A ligação no mapa é fraca, mas o crime acontece no mesmo endereço, e, na comparação entre grupos de cidades, o maus-trato contra crianças e idosos foi o crime violento que mais acompanhou o maus-trato contra bichos.

O Rio Grande do Sul fez em 2026 o que o FBI fez em 2016: deu nome a um crime que antes sumia na gaveta. O primeiro resultado desse nome não é a prova de que quem maltrata bicho maltrata gente. É a descoberta de onde as pessoas denunciam e onde ficam caladas, e esse é o mapa que precisa mudar primeiro.

Quer o relatório de Santa Cruz do Sul feito por analista?

Fale com a gente

A partir de R$ 58,90 · analista em 24h · dinheiro de volta

Pedir meu relatório personalizado

09

METODOLOGIA E FONTES

metodologia e limites

Fonte primária: registros de ocorrência da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (dados abertos por fato, com município e bairro), base do Crime Brasil. População: IBGE, por município, a estimativa guardada no banco.

Definições:

  • Maus-tratos a animais: natureza "maus-tratos contra animais". Não entram a natureza genérica "maus-tratos" (artigo 136 do Código Penal, contra pessoas), "maus-tratos contra o idoso" nem "crimes contra a fauna".
  • Maus-tratos contra pessoas: naturezas "maus-tratos" e "maus-tratos contra o idoso".
  • Furto: todas as naturezas de furto, menos abigeato (furto de gado), que é rural e distorceria a comparação.
  • Lesão corporal: dolosa (leve, grave e sem especificação). Não inclui lesão culposa de trânsito.
  • Estupro: inclui estupro de vulnerável. Homicídio: só o doloso. Ameaça: natureza "ameaça".

Janela: de janeiro a setembro de 2026, por mês do fato. Setembro é o último mês disponível. Em 2025, a mesma natureza teve 55 registros, por isso não há comparação de ano.

Cálculos: taxa = registros dividido pela população, vezes 100 mil. Média estadual: 3.630 registros e 11.229.915 habitantes (32,3). Ranking: 46 municípios com 50 mil habitantes ou mais. Comparação com outros crimes: 107 municípios com 20 mil habitantes ou mais, divididos em três grupos (35, 36 e 36 cidades) pela taxa de maus-tratos a animais; a diferença compara a taxa somada do grupo de cima com a do grupo de baixo. Correlação de Spearman entre as taxas dos 107 municípios.

Contexto: selo Amiga dos Animais e canais de denúncia, Governo do Estado do RS (16/02/2026). Lei 9.605/1998, artigo 32, com a redação da Lei 14.064/2020. Dados de crueldade contra animais do FBI: National Incident-Based Reporting System (NIBRS), coleta desde 2016.

10

O SCORE DO SEU ENDEREÇO

O ranking de cidades diz onde se denuncia mais. Ele diz pouco sobre a sua rua. O score do Crime Brasil resume o risco de um endereço em uma nota, somando o que acontece com o patrimônio, a violência contra a pessoa e as mortes, cada crime pesado pela gravidade e dividido pelos endereços do lugar, e não pelos moradores. A escala vai de 0 a 1.000, e quanto maior a nota, maior o risco. As faixas são: até 299, risco muito baixo; de 300 a 499, baixo; de 500 a 699, médio; de 700 a 849, alto; de 850 a 1.000, muito alto. A régua é a mesma para o país inteiro.

Na prática, a nota ajuda a colocar este artigo na escala de casa. Uma cidade com muito registro de maus-tratos pode ter bairros tranquilos, e uma cidade com pouco registro pode ter pontos de risco alto. Saber a nota do endereço onde você mora, trabalha ou pensa em se mudar é a forma de trazer o mapa do estado pra perto.

Para ir além da nota, peça o Relatório Personalizado do lugar, com os crimes por tipo e horário e o contexto da região.

Achou útil? Mande para quem precisa.

Um gestor, um colega, a família. Dado oficial, com fonte.

LinkedIn

Quer ir mais a fundo?

+50 fontes, milhões de ocorrências.

Pra mimVou morar, alugar ou comprarPro meu trabalhoCliente, pesquisa, empresa

Analista entrega em 1 dia · devolução garantida

Citado por Gazeta do Povo, O Eco, Tribuna do Planalto

É jornalista? Fale com a redação

Como citar esta página

CRIME BRASIL. Maus-tratos a animais no RS: as cidades com mais casos em 2026. Disponível em: <https://crimebrasil.com.br/analises/maus-tratos-animais-rs-2026>. Acesso em: 2 nov. 2026.

Receba o alerta mensal de Santa Cruz do Sul

Esta newsletter é…

Alerta grátis · Ao se cadastrar, você concorda com nossa política de privacidade. Para parar, responda “sair” a qualquer e-mail.

Veja os dados completos

Gostou desta análise? Siga Crime Brasil para mais.

Quem usa nossos serviços
Ver todas publicações e menções
Depoimento em vídeo
Vinícius Mendes
Repórter · Olhar Direto (Cuiabá · MT)

Repórter da editoria de Reportagem do Olhar Direto, portal de notícias de Cuiabá (MT), com cobertura de segurança pública e casos policiais no estado. Usou o dado do Crime Brasil para reportar a queda de roubos e a alta de estelionatos em Mato Grosso.

Ver a publicação →
Jair GonçalvesDepoimento
Jair Gonçalves
Fundador · Portal Atibaia News

Fundador do Portal Atibaia News, veículo de notícias de Atibaia (interior de São Paulo). Publicou com o dado do Crime Brasil o ranking de ocorrências por bairro da cidade.

“Parabéns à Crime Brasil pelo excelente trabalho de jornalismo de dados! As informações disponibilizadas possibilitaram ao Portal Atibaia News produzir uma importante matéria sobre os números de ocorrências policiais por bairro em Atibaia, levando informação e transparência aos nossos leitores. Muito obrigado.”
Ver a publicação →
Review em vídeo
Mundo de Cores
YouTube · 347 mil inscritos

Douglas, médico veterinário, comanda com a família o canal Mundo de Cores, sobre vida no campo, no Rio Grande do Sul.

“Só Compre uma Chácara Após Assistir Esse Vídeo!”

Ver postagem completa →
Comentários no vídeo

“Gratidão pelas informações. Essa é uma excelente ferramenta para uma decisão segura.”

— @marceloguilemond1632

“Verdade, pode ajudar muito mesmo!”

— Mundo de Cores (canal)

“Muito Bom!”

— @edmundosantos3812
Gazeta do Povo
Artigo de opinião
Gazeta do Povo
Artigo assinado · Paraná

Artigo de opinião do editor do Crime Brasil: a queda de homicídios no Paraná esconde a alta em mortes no trânsito, suicídios e feminicídios — com o dado da plataforma.

Ver a publicação →
O Eco
Reportagem
O Eco
Reportagem · Amazônia

Reportagem sobre violência fundiária e baixa punição de crimes ambientais na Amazônia, cruzando dados do Crime Brasil com CPT, Ibama, CNJ e MapBiomas.

Ver a publicação →
Tribuna do Planalto
Capa do jornal
Tribuna do Planalto
Goiânia · edição impressa

Matéria de capa cruzando a queda de homicídios em Goiás com a alta no entorno do Distrito Federal, a partir do dado da plataforma.

Ver a publicação →
Levantamento exclusivo
Gazeta de S.Paulo
São Paulo · capital

Levantamento exclusivo do mapa da criminalidade na capital paulista — Moema com muito mais infrações que o Grajaú — com o dado do Crime Brasil.

Ver a publicação →
IHU · Unisinos
Fonte acadêmica
IHU · Unisinos
Instituto Humanitas Unisinos

Entrevista do Instituto Humanitas Unisinos que cita a plataforma como fonte de microdado criminal aberto.

Ver a publicação →
IBCCRIM · JCC
Revisado por pares
IBCCRIM · JCC
Jornal de Ciências Criminais

Artigo no Jornal de Ciências Criminais sobre os limites do acesso a microdados criminais no Brasil, citando o Crime Brasil.

Ver a publicação →
Wikipédia
Citado na
Wikipédia
Vila Sônia · Cidade Tiradentes
Ver a publicação →
Publicação
ResearchGate
Paper · Crime Brasil
Ver a publicação →
Zenodo
Dados abertos
Zenodo
Dados abertos · DOI
Ver a publicação →
Fonte Segura
Fonte Segura
Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Ver a publicação →
18horas
18horas
Manaus · Amazonas
Ver a publicação →
Canal MyNews
Canal MyNews
É Sobre Isso · São Paulo
Ver a publicação →
Correio da Amazônia
Correio da Amazônia
Manaus · Amazonas
Ver a publicação →
Navegantes FM
Navegantes FM
Navegantes · Santa Catarina
Ver a publicação →
Portal Você
Portal Você
Manaus · Amazonas
Ver a publicação →
Agora Tocantins
Agora Tocantins
Palmas · Tocantins
Ver a publicação →
MSK TV
MSK TV
Manaus · Amazonas
Ver a publicação →
Correio da Mata
Correio da Mata
Rolim de Moura · Rondônia
Ver a publicação →
Acrópole News
Acrópole News
Manaus · Amazonas
Ver a publicação →
Alerta Mutum News
Alerta Mutum News
Mato Grosso
Ver a publicação →
Real News
Real News
Grande Porto Alegre · RS
Ver a publicação →
TopNews
Mato Grosso
Ver a publicação →
Jornal da Ciência
SBPC
Ver a publicação →
Dia de Ajudar
Mato Grosso
Ver a publicação →
XV Curitiba
Curitiba · Paraná
Ver a publicação →
Correio de Minas
Conselheiro Lafaiete · Minas Gerais
Ver a publicação →
BNews São Paulo
São Paulo
Ver a publicação →
Nativa News
Norte de Mato Grosso
Ver a publicação →
Atibaia.com.br
Atibaia · São Paulo
Ver a publicação →
Petrolândia Notícias
Sertão · Pernambuco
Ver a publicação →
Portal Acre
Rio Branco · Acre
Ver a publicação →
Mato Grosso Agora
Mato Grosso
Ver a publicação →
Avante Guarulhos
Guarulhos · São Paulo
Ver a publicação →
Shalom FM 107
Mato Grosso
Ver a publicação →
Confere.la
Checagem de fatos
Ver a publicação →