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Jornalista de Dados · Crime Brasil
Jornalista de dados na Crime Brasil. Escreve análises sobre criminalidade e segurança pública no Brasil a partir de dados oficiais — DataSUS, secretarias estaduais de segurança pública e demais fontes públicas.
Ponta Verde, Pinheiro e Gruta de Lourdes têm a menor taxa de crimes violentos letais (CVLI) de Maceió — abaixo de 20 por 100 mil habitantes/ano. Ranking com dados oficiais SSP-AL, 2023-2025.
Cursino não registrou nenhum homicídio doloso em 3 anos — o único entre os 96 bairros oficiais de São Paulo. Veja o ranking completo dos 10 bairros mais seguros, com dados oficiais SSP-SP (LAI BO 2019-2021).
Na cidade da onda perfeita, os homicídios quase dobraram em três anos e Saquarema tem hoje a maior taxa da Região dos Lagos: 43 por 100 mil. Mas o assalto de rua quase não existe — e essa combinação conta uma história. Dados do ISP/RJ até maio/2026.
Botucatu tem 4,6 homicídios por 100 mil habitantes — metade da taxa de Bauru e abaixo da média paulista. O roubo caiu 41% em dois anos. Veja os dados da SSP-SP até abril/2026.
A cidade da feira de artesanato tem duas caras: um Centro histórico tranquilo e o Pirajuçara, onde se concentra o crime. O roubo é alto e estável: quase 1.900 por ano. Dados da SSP-SP até abril/2026.
Juquitiba tem só 28 mil habitantes, mas a maior taxa de homicídio por habitante da sua região: 17,9 por 100 mil, à frente de Ibiúna e Itapecerica da Serra. Dados da SSP-SP até abril/2026.
Santa Isabel, no Alto Tietê, viu o roubo cair 54% em dois anos e tem só 3 homicídios em 12 meses. Taxa de 5,5 por 100 mil, em linha com a vizinhança. Dados da SSP-SP até abril/2026.
Em Volta Redonda o homicídio caiu 47% desde 2019 e o roubo de rua quase sumiu (-87%). Mas o estelionato quintuplicou e virou o crime mais comum. Veja os dados do ISP/RJ.
Franco da Rocha tem taxa de homicídio mediana no anel norte da Grande SP — 6,7 por 100 mil hab. — mas é o número que mais subiu: alta de 50% em 2025. Já o roubo caiu 20% desde o pico. Dados oficiais da SSP-SP até abril/2026.
Itaquaquecetuba tem a maior taxa de homicídio por habitante do Alto Tietê: 7,0 por 100 mil, acima de Suzano, Guarulhos e Mogi. Mas o roubo caiu 27% em dois anos. Dados oficiais da SSP-SP até abril/2026.
São João de Meriti é a cidade mais densa do Brasil — 13 mil habitantes por km² — mas tem taxa de homicídio menor que Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Belford Roxo. O crime do dia a dia é outro: estelionato e roubo. Dados oficiais do ISP/RJ.
Centenas de pessoas pesquisam se Caieiras, Mairiporã e o anel norte da Grande São Paulo são perigosos. Os dados de homicídio de 2025 dão uma resposta clara — e ela surpreende quem mora longe dali.
Ranking de homicídios por 100 mil habitantes nos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo em 2025. A capital está entre as mais seguras: o risco se concentra num anel de cidades-dormitório como Itapecerica da Serra, Itapevi e Franco da Rocha.
Em Angra dos Reis, roubo de rua caiu 90% e roubo de veículo quase zerou desde 2019. Mas o estelionato multiplicou por 7,5 e a taxa de homicídio (17,3/100k) ainda supera a capital. Dados do ISP.
Benedito Bentes, Cidade Universitária e Clima Bom lideram os homicídios em Maceió: 6 bairros concentram 55% das mortes de 2023 a 2025. Veja o ranking completo com dados oficiais da SSP-AL.
Campos dos Goytacazes teve 19,3 homicídios por 100 mil em 2025 — acima da capital (14,3). Mas o crime que mais cresce é o estelionato, que triplicou desde 2019. Veja os dados do ISP.
O Amapá lidera o ranking oficial de mortes violentas do Brasil: 45,1 por 100 mil. O RJ fica na 15ª posição. Veja o ranking completo do FBSP e o que os dados parciais de 2025 já mostram — atualizado em junho de 2026.
Itapevi teve 8,2 homicídios por 100 mil em 2025 — acima da média de SP (5,2), mas longe dos níveis do RJ. O alerta é outro: roubo de veículo subiu 116% em dois anos. Dados da SSP-SP.
Niterói tem 7,7 homicídios por 100 mil (2025) — quase metade da capital. Mas a taxa geral de registros (4.807/100k) é a 2ª maior da região metropolitana, puxada por estelionato e furto de celular. Dados do ISP.
Desvio Rizzo lidera o ranking de homicídios em Caxias do Sul com 14 mortes em 4 anos. Santa Fé, Santa Catarina e Nossa Senhora de Fátima completam o top 4. Reolon, frequentemente pesquisado, está fora — registrou apenas 1 homicídio e 85 ocorrências totais.
Montanhão lidera os homicídios em SBC com 14 em 24 meses, seguido de Batistini (12) e Ferrazópolis (10). No total de crimes, é o Centro que domina com 3,3 mil ocorrências. Dados oficiais da SSP-SP até abril/2026.
Saquarema lidera o ranking de letalidade violenta do RJ com 42 mortes por 100 mil habitantes — três vezes a capital. Cabo Frio, Barra Mansa e São Pedro da Aldeia também entram no top 5. Itaboraí e São Gonçalo, que todo mundo procura no Google, nem aparecem.
São Gonçalo tem quase 1 milhão de habitantes e teve 8,3 homicídios por 100 mil em 2025 — menos que o Rio cidade e um terço da dos vizinhos da Baixada. Veja os dados do ISP.
Em Nova Iguaçu, o homicídio doloso caiu de 286 (2019) para 174 (2024). No mesmo período, o estelionato saltou de 1,5 mil para quase 5 mil casos. Os dados oficiais do ISP/RJ mostram uma cidade onde o crime mudou de cara — e talvez você esteja medindo o errado.
Gabriel Ganley, 22 anos, morreu de cardiomiopatia hipertrófica — a principal causa de morte súbita em atletas jovens. A doença é silenciosa, atinge 1 em cada 500 pessoas e tem como detectá-la. Então por que quase ninguém é rastreado?
O Brasil convive com o hantavírus desde 1993 — 2.412 casos confirmados, 926 mortos, taxa de letalidade de 46,5%. Em 2026 já são 7 casos e 1 óbito. Veja onde o vírus circula, quem ele mata e por que Santa Catarina lidera os casos enquanto Minas Gerais registra a maior letalidade.
Comparamos 54 mil ocorrências policiais nas duas cidades-vitrine de Santa Catarina entre 2018 e 2025. Floripa caiu 70% em homicídios — virou nível europeu. BC foi pro caminho oposto: roubo de veículo subiu 69%, hoje próximo do Rio de Janeiro capital. Em sete anos, as duas SCs trocaram de lado.
No entorno do Paradão Victor Barreto, acidentes caíram 100%. Na cidade inteira, subiram 19,4%. As mortes em acidente de transporte ficaram em 42 em 2024 — dentro da margem histórica. O que a tarifa zero conseguiu e o que não conseguiu entregar no trânsito de Canoas, e por que a literatura europeia esperava exatamente esse resultado.
A estação automática da FEPAM no Parque Universitário mede o ar de Canoas há 5 anos. Em 2024, primeiro ano completo de passe livre, o NO₂ caiu 8% — e em quatro anos recuou 51%. Mas a frota individual continuou crescendo. O que explica a queda? Renovação tecnológica, REFAP em operação reduzida, ou modal-shift do carro pro ônibus? Os dados oficiais, lidos com honestidade.
Mathias Velho e Guajuviras concentraram cerca de 40% dos homicídios de Canoas em quatro anos. Em 2025, ambos colapsaram juntos. Marechal Rondon segue na contramão. Análise bairro por bairro com dados oficiais SSP/RS.