Analista de Dados · Crime Brasil
Analista de dados na Crime Brasil. Escreve análises sobre criminalidade e segurança pública no Brasil a partir de dados oficiais — DataSUS, secretarias estaduais de segurança pública e demais fontes públicas.
Menos homicídio e menos roubo que o Rio, mas a 2ª maior taxa de lesão corporal e ameaça entre as grandes cidades do RJ. ISP/RJ, jan a ago de 2026.
3ª maior taxa de homicídio entre as cidades do RJ com mais de 100 mil hab., mas poucos registros de crime por habitante. Dados do ISP/RJ de jan a ago de 2026.
Antes de instalar câmera em casa, no comércio ou no condomínio: onde e quando roubo e furto acontecem em 2026 e o que a pesquisa diz sobre o efeito do CFTV.
Antes de alugar ou comprar, veja por habitante, por tipo de crime e por horário. Guia prático com dados oficiais de 2026 e as fontes que valem a pena.
Guararema não teve nenhum homicídio doloso de jan a ago de 2026 e registra pouco roubo. O crime que destoa é a lesão corporal. Dados da SSP-SP até agosto.
Centro e Cambuí lideram furtos e roubos, mas 3 em cada 4 homicídios de Campinas acontecem no oeste da cidade. O ranking muda conforme o crime. Dados SSP-SP.
O homicídio doloso em Salvador caiu 40% em quatro anos — de 43 para 26 por 100 mil habitantes. Mas quase 4 em cada 10 mortes violentas de 2025 foram causadas pela polícia, e essa parte não cedeu. A queda da violência criminal não é a queda da violência como um todo.
Paracatu lidera com 56,9 homicídios por 100 mil habitantes. Belo Horizonte tem 22,8 — quase a média do estado. E o cinturão em volta da capital concentra cinco das quinze piores taxas de Minas. Dados da SEJUSP-MG, ano completo de 2025.
Mongaguá tem taxa de criminalidade 77% maior que Santos. Mas o crime no litoral paulista sobe 39% em janeiro e some em julho — sinal de que a conta por morador está errada. Dados da SSP-SP, 12 meses até junho/2026.
Em Paraty houve 7 roubos de rua em 2025 — e 258 estelionatos. Em Petrópolis, 70 roubos e 2.636 golpes. Nos destinos turísticos do Rio, a fraude é dezenas de vezes mais frequente que o crime que assusta o visitante. Dados do ISP/RJ.
Cidade Ademar carrega a fama de periferia perigosa da zona sul de São Paulo. O dado mostra o inverso do esperado: homicídio raro, 1,2 por 100 mil, e o problema real é o roubo. Dados da SSP-SP até julho de 2026.
Jarinu fechou 2025 sem nenhum homicídio doloso. No primeiro semestre de 2026 já foram três, dois deles em junho. Dados da SSP-SP até junho/2026.
A maior cidade do Alto Tietê tem taxa de homicídio menor que Suzano e Itaquaquecetuba, vizinhas menores. O roubo caiu 30% em dois anos. Dados da SSP-SP, 2026.
Ponta Verde, Pinheiro e Gruta de Lourdes têm a menor taxa de crimes violentos letais (CVLI) de Maceió — abaixo de 20 por 100 mil habitantes/ano. Ranking com dados oficiais SSP-AL, 2023-2025.
Cursino não registrou nenhum homicídio doloso em 3 anos — o único entre os 96 bairros oficiais de São Paulo. Veja o ranking completo dos 10 bairros mais seguros, com dados oficiais da SSP-SP (BO 2019-2021).
Macaé, a capital do petróleo, era uma das mais violentas do interior fluminense: 102 homicídios em 2022. Caiu 81% em três anos. Dados do ISP/RJ até maio/2026.
Nilópolis carrega a fama da Baixada, mas tem taxa de homicídio de 10,9 por 100 mil — metade da de Duque de Caxias. O risco do dia a dia é outro: o golpe.
Na cidade da onda perfeita, os homicídios quase dobraram em três anos e Saquarema tem hoje a maior taxa da Região dos Lagos: 43 por 100 mil. Mas o assalto de rua quase não existe — e essa combinação conta uma história. Dados do ISP/RJ até maio/2026.
Teresópolis quase não tem roubo de rua: só 15 casos em 12 meses. Mas o homicídio, ligado ao tráfico, segue alto e cai devagar. Dados do ISP/RJ até maio/2026.
Vargem Grande Paulista teve só 1 homicídio em doze meses e o roubo caiu 41% num ano. Dados da SSP-SP mostram uma cidade da Grande SP ficando mais segura.
Botucatu tem 4,6 homicídios por 100 mil habitantes — metade da taxa de Bauru e abaixo da média paulista. O roubo caiu 41% em dois anos. Veja os dados da SSP-SP até abril/2026.
A cidade da feira de artesanato tem duas caras: um Centro histórico tranquilo e o Pirajuçara, onde se concentra o crime. O roubo é alto e estável: quase 1.900 por ano. Dados da SSP-SP até abril/2026.
Juquitiba tem só 28 mil habitantes, mas a maior taxa de homicídio por habitante da sua região: 17,9 por 100 mil, à frente de Ibiúna e Itapecerica da Serra. Dados da SSP-SP até abril/2026.
Santa Isabel, no Alto Tietê, viu o roubo cair 54% em dois anos e tem só 3 homicídios em 12 meses. Taxa de 5,5 por 100 mil, em linha com a vizinhança. Dados da SSP-SP até abril/2026.
Em Volta Redonda o homicídio caiu 47% desde 2019 e o roubo de rua quase sumiu (-87%). Mas o estelionato quintuplicou e virou o crime mais comum. Veja os dados do ISP/RJ.
Franco da Rocha tem taxa de homicídio mediana no anel norte da Grande SP — 6,7 por 100 mil hab. — mas é o número que mais subiu: alta de 50% em 2025. Já o roubo caiu 20% desde o pico. Dados oficiais da SSP-SP até abril/2026.
Itaquaquecetuba tem a maior taxa de homicídio por habitante do Alto Tietê: 7,0 por 100 mil, acima de Suzano, Guarulhos e Mogi. Mas o roubo caiu 27% em dois anos. Dados oficiais da SSP-SP até abril/2026.
São João de Meriti é a cidade mais densa do Brasil — 13 mil habitantes por km² — mas tem taxa de homicídio menor que Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Belford Roxo. O crime do dia a dia é outro: estelionato e roubo. Dados oficiais do ISP/RJ.
Centenas de pessoas pesquisam se Caieiras, Mairiporã e o anel norte da Grande São Paulo são perigosos. Os dados de homicídio de 2025 dão uma resposta clara — e ela surpreende quem mora longe dali.
Ranking de homicídios por 100 mil habitantes nos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo em 2025. A capital está entre as mais seguras: o risco se concentra num anel de cidades-dormitório como Itapecerica da Serra, Itapevi e Franco da Rocha.
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