Roubo a transeunte responde por quase dois terços das ocorrências em Alagoas
Alagoas somou 3.839 registros de roubo a transeunte nos últimos 12 meses, o crime mais registrado entre os acompanhados no estado.
O roubo na rua, contra quem caminha, lidera a lista com folga. Responde por 63,0% das ocorrências registradas no período, quase dois de cada três casos. Nenhum outro tipo chega perto desse peso. Na prática, esse crime define o retrato da violência patrimonial alagoana.
Pausa: e o seu endereço?
A distribuição ao longo do ano não é uniforme. Setembro foi o mês mais pesado, com 398 registros. Março ficou no outro extremo, com 261. A distância entre os dois chega a 137 ocorrências, e o pico supera o mês mais calmo em cerca de 50%.
A média gira em torno de 320 casos por mês, mas a oscilação mostra que a pressão sobre as ruas muda de intensidade. Mesmo no mês mais leve, o volume segue alto. O recorte estadual confirma o quadro: a fatia de 63,0% se repete no conjunto do estado, sinal de que o problema não fica restrito a um ponto isolado do território. Trata-se de um padrão espalhado, e não de uma anomalia local.
A concentração em um único tipo de crime facilita o diagnóstico e, ao mesmo tempo, expõe a dimensão do desafio. Policiamento ostensivo, iluminação e circulação segura em áreas de grande movimento aparecem como frentes diretas. O comportamento mês a mês, com o pico de setembro, oferece um calendário útil para o planejamento das forças de segurança.
📊 Fonte: SSP-AL (12 meses) — dados oficiais, compilados e cruzados pelo Crime Brasil.
Dados do período
| Métrica | Valor |
|---|---|
| Ocorrências de Roubo a Transeunte (12 meses) | 3.839 |
| Participação no total do local (12 meses) | 63,0% |
| Mesma fatia no total do estado (12 meses) | 63,0% |
Fonte e metodologia
Dados oficiais das secretarias de segurança pública e demais fontes públicas, compilados e cruzados pelo Crime Brasil. Lista completa de fontes em /fontes; detalhamento da metodologia em /metodologia.




















